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segunda-feira, 15 de novembro de 2010

República Brasileira



A Proclamação da República Brasileira (1889) foi um episódio da história do Brasil, ocorrido em 15 de novembro de 1889, que instaurou o regime republicano no Brasil, derrubando a monarquia do Império do Brasil, pondo fim à soberania do Imperador Dom Pedro II.

A Proclamação da República ocorreu no Rio de Janeiro, então capital do Império do Brasil, na praça da Aclamação, hoje Praça da República, quando um grupo de militares do exército brasileiro, liderados pelo marechal Deodoro da Fonseca, deu um golpe de estado, sem o uso de violência, depondo o Imperador do Brasil, D. Pedro II, e o presidente do Conselho de Ministros do Império, o visconde de Ouro Preto.

Foi instituído, naquele mesmo dia 15, um "Governo Provisório" republicano. Faziam parte deste "Governo Provisório", organizado na noite de 15 de novembro, o marechal Deodoro da Fonseca como presidente da república e chefe do Governo Provisório, marechal Floriano Peixoto como vice-presidente, e, como ministros, Benjamin Constant, Quintino Bocaiuva, Rui Barbosa, Campos Sales, Aristides Lobo, Demétrio Ribeiro e o almirante Eduardo Wandenkolk, todos membros regulares da maçonaria brasileira.


Veja uma descrição mais detalhada nesse arquivo PDF retirado da Wikipédia.

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Excelentíssima Dilma Russeff

Vejam só, lá no Paraiso acho que na 36a. DP, a nossa Presidenta já tomou um pau de dar dó, 22 dias de porrada.
Agora tá indo atrás do prejuízo, ela quer que os quatro militares que estão no bem bom, com aposentadoria de altos valores, sejam caçados e percam todos esses direitos.
É isso ai, arrepia Dilma, opa desculpe quero dizer, Excelentíssima Dilma Russeff.


Ex-guerrilheira elogiada por militares, era “cérebro” do grupo

Folha de S. Paulo, 05/04/09


DA SUCURSAL DE BRASÍLIA
Gritos de “mata”, “tira a roupa” e “terrorista filha da puta” receberam Luiza-Dilma no primeiro dia de prisão no pátio do prédio da rua Tutoia, no Paraíso, zona sul de São Paulo. No local funcionava a Oban, sigla da Operação Bandeirante, estrutura que integrava as polícias civis e os serviços de inteligência das Forças Armadas.
As sessões de palmatórias, choques, chutes e socos até hoje são tratadas com reticências pela ex-guerrilheira. “Você não sabe o que é a quantidade de secreção que sai de um ser humano quando ele apanha.” Segundo o Tortura Nunca Mais, ela ficou 22 dias no local. Para Dilma, “foi muito tempo” a ponto de não entender por que todo mundo ia embora, menos ela.
“A Oban era pau, puramente interrogatório. O preso ficava lá até considerarem que não havia mais como conseguir informações”, recorda o hoje economista José Olavo Leite Ribeiro.
A ministra foi uma guerrilheira que até hoje impressiona os militares. Colecionou epítetos superlativos nos relatórios da repressão, que a definiram como “um dos cérebros” de esquemas revolucionários.
“Era a grande dirigente da VAR-Palmares. Era realmente boa guerrilheira. A gente tem que respeitar ambos os lados”, disse à Folha Maurício Lopes Lima, integrante de uma equipe de busca da Oban, na época capitão do Exército e agora militar da reserva de 73 anos.
Foi a primeira vez que aceitou falar de Dilma. Ele nega tê-la torturado, mas não diz o mesmo dos colegas. “A história dela era furada demais.”


Com a militante a tiracolo, ele visitou diferentes pontos de São Paulo em busca de informações. “Ela se preparou mais para jogar conosco. É gato e rato. Ela tenta fugir, a gente tenta encontrar”, explicou ele.
À Justiça Militar Dilma citou Lima como um dos torturadores. Disse ter recebido visita no presídio Tiradentes, onde ficou por três anos, da equipe chefiada pelo capitão, que a ameaçou com novas agressões uma semana antes desse depoimento, em 21 de outubro de 1970. À Folha, porém, ela afirmou que o militar jamais a torturou, mas não o eximiu de responsabilidade. “Ele entrava na sala e via tortura, tenho certeza.”
Depoimento
Em 26 de fevereiro, 40 dias depois de presa, Dilma havia assinado depoimento à Polícia Civil com detalhes de sua trajetória e nomes de colegas das organizações em que militou.
Diante da Justiça Militar, ela reconheceu sua assinatura, mas repeliu todas as declarações -segundo ela, obtidas sob tortura. A Folha obteve a íntegra dos dois depoimentos, assim como dos relatórios dos órgãos da repressão que mencionam Dilma, hoje arquivados no Superior Tribunal Militar.
Em 20 de janeiro de 1969, sem saber que ela estava presa, o operário Natael Custódio foi a um encontro marcado com Luiza-Dilma. Foi capturado. “Ela foi muito torturada e levou a polícia. Não teve jeito”, diz o agora caminhoneiro que vive em Londrina (PR).
Custódio, 65, não se diz atormentado com o passado. Lamenta, sim, o fato de a ministra nunca ter respondido a carta que ele enviou. “Depois que chegam lá em cima, fica difícil. Mas gosto demais dela.” O caminhoneiro há cinco anos escreveu pedindo ajuda para ser anistiado. Ainda não desistiu de receber a indenização.
Quando ficou presa no prédio da Oban, Dilma indicou endereços e acompanhou policiais a ao menos uma casa de militantes. Segundo ela, indicavam-se “pontos [local de encontro] para parar de apanhar”. Custódio, contudo, não é um dos quatro nomes de companheiros presos logo depois da captura da guerrilheira. No depoimento da auditoria militar, Dilma citava que “em consequência direta de sua queda caíram Maria Joana [Teles Cubas], João Ruaro, Savério [Carlos Savério Ferrante] e Vicente [José Vicente Corrêa]”.
Dilma confirmou à Folha ter dito que os quatro colegas caíram porque ela havia sido presa. “É. Caíram, ponto.” A reportagem localizou Ferrante, que não quis falar sobre a prisão.
Para o delegado Newton Fernandes, que investigou a VAR em São Paulo e traçou o perfil de 30 dos 70 integrantes, Dilma era muito mais do que a responsável pela distribuição do dinheiro. “Através de seu interrogatório, verifica-se ser uma das molas mestras e um dos cérebros dos esquemas revolucionários postos em prática pelas esquerdas radicais”, diz no relatório, cujo conteúdo nem a ministra conhecia.
O promotor que denunciou a VAR disse que Dilma “chefiou greves e assessorou assaltos a bancos” e a definiu como “Joana d’Arc da subversão”. A comparação hoje provoca gargalhadas da ministra. (FO)

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Fechando Farmácias e abrindo Boca de Fumo pra vender Remédios.

   Em proporção à quantidade vendida, a droga na boca de fumo nunca falta, e custa o mesmo preço desde a época da virada da moeda para Real, isso fazem mais de dez anos, acho que quinze, em compensação os remédios nas farmácias...
   Tenho uma idéia pro novo Presidente, elaborar uma Lei Seca de remédios, ou até mesmo quem sabe proibi-los definitivamente. Feito isso eles passarão a ser vendidos nas bocas, quem sabe na boca de fumo moderna pra remédios os preços não se mantém estáveis por mais de uma década e não faltam mais?!

20/10/2010 - 1h30

Hipocondríaco no Brasil:

Eu tomo um remédio para controlar a pressão.
Cada dia que vou comprar o dito cujo, o preço aumenta.
Controlar a pressão é mole. Quero ver é controlar o preção.
Tô sofrendo de preção alto,
O médico mandou cortar o sal.
Comecei cortando o médico, já que a consulta era salgada demais.
Para piorar, acho que tô ficando meio esquizofrênico. Sério!
Não sei mais o que é real.
Principalmente, quando abro a carteira ou pego extrato no banco.
Não tem mais um Real.
Sem falar na minha esclerose precoce. Comecei a esquecer as coisas:
Sabe aquele carro? Esquece!
Aquela viagem? Esquece!
Tudo o que o barbudo presidente prometeu? Esquece!
Podem dizer que sou hipocondríaco, mas acho que tô igual ao meu time:
- nas últimas.
Bem, e o que dizer do carioca? Já nem liga mais pra bala perdida...
Entra por um ouvido e sai pelo outro.

Faz diferença...

"A diferença entre o Brasil e a República Checa é que
a República Checa tem o governo em Praga
e o Brasil tem essa praga no governo"

Luiz Fernando Verissimo


Não tem nada pior do que ser hipocondríaco num país que não tem remédio.

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